segunda-feira, 23 de abril de 2012

Dia internacional do livro




Sempre fui assim, aficionada por livros, eles substituíram brinquedos que não tive passeios que não realizei férias que não desfrutei. Mas, a devolutiva foi compensadora. Lembro bem, desde menina, quando podia a biblioteca publica era meu passatempo favorito, era através das páginas  de um bom livro que minha imaginação criava asas, meu  pensamento  derrubava as barreiras do tempo e, a menina que eu era viajava em pensamento por épocas por épocas e paragens inimagináveis.Conheci a delícia de passear no Sitio do pica -pau Amarelo, observar com atenção as reinações de narizinho, auxiliada por sua boneca Emilia. Cresci... o Diário de Anne Frank me inspirava, emocionava. Passei para a ficção, era incrível sonhar com o mundo do futuro, exatamente a tecnologia que vivemos hoje. Veio a idade dos questionamentos; Eram os Deuses Astronautas? Debati com várias pessoas, não cheguei a nenhuma conclusão. Passei pelos livros de auto-ajuda, parecia ter achado a chave do mistério para conseguir até o impossível, até pratiquei alguns exercícios, mas analisei que se desse todo o resultado descrito ninguém teria problema. Foi muito importante o contato com os grandes sábios e pensadores, mas, surpreendente foi descobrir que o que era novidade, eles já  ensinavam à multidão há séculos. Passei dos romances á todos os autores que descobri ao longo do caminho, sendo a Bíblia o livro que contém a  maior sabedoria por conter exemplos de toda ordem, conduta moral e espiritual, além das sábias e eternas lições de Jesus. Em minha vida o maior prazer sempre foi a leitura,  incentivei este  hábito nos meus três filhos, Graças a Deus deu certo, são apreciadores de um bom livro, de um bom artigo.
Apesar da tecnologia atual, o bom e velho livro nunca será absoleto. Ele é o principio, mas nunca será o fim.

Edna.

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